O GLORIOSO RETORNO DE TUPPY

Ou nem tanto.

Uma jovem de cabelos ruivos e indomáveis corre de forma frenética pelo cômodo, à procura dos materiais necessários para trazer seu blog abandonado de volta à atividade. Debruça-se sobre uma caixa de papelão. Joga um patinho de borracha para fora enquanto abre espaço entre Action Figures, objetos colecionáveis de Harry Potter e miniaturas de chumbo representando os personagens mais significativos de Star Wars. Finalmente encontra o que estava procurando e volta depressa para a mesa de operações, onde o blog jaz inconsciente. Passa rapidamente um pouco de gel nas chapas dos desfibriladores e ordena que todos se afastem. Conta até três e dá o primeiro choque. Nada. Conta novamente e dá o segundo. Ainda sem batimentos. Última vez, 1, 2, 3, TZZ!
Batimentos fracos surgem no monitor.

OE GALEIRË!!11 Estou feliz e saltitante porque todos acham que meu blog foi abandonado, então ninguém vai ler isso aqui (óbvio que eu vou passar o link pros suspeitos de sempre e obrigá-los a ler, mas ignoremos essa parte). Assim, eu meio que me sinto a Oprah quando posto, então gosto de interagir com uma audiência imaginária, ok?
Tudo bem? Como vocês estão? Troquei as cadeiras, são bem confortáveis, né? Temos o Dr. Phill hoje conoscooo... Tá, chega.
Tem uma coisa que preciso tirar do meu peito (se fala isso em português? Parece tão indecente. Ou então dá a impressão que estou amamentando, algo assim. O que quis dizer, na verdade, foi there’s something I need to get out of my chest. Ou seja, não se preocupem, não vou jorrar leite em ninguém *EWWW, leite*). Enfim, o que eu queria dizer é – preparem-se, não é bonito – que estou imersa em uma orgia literária, e isso me deixa EXTREMAMENTE feliz. Caso alguém não tenha compreendido a minha clara e óbvia declaração, isso significa que eu estou lendo zilhões de livros maravilhos + a Believer + relembrando tudo que aprendi com o Nick (L). Eu sei que a maioria esmagadora de vocês, audiência imaginária da Oprah, não faz a menor idéia do que cargas d’água é a Believer. E nem vão saber, porque estou com uma preguiça fenomenal de explicar, MUAHAHAHAHAHA! Então eu deixo a cargo da imaginação de vocês (ou do Google, sei lá) descobrir do que se trata. E caso vocês estejam se perguntando quem é Nick, vou esclarecendo que não é o backstreetboy, mas sim meu atual e inatingível modelo de vida, Nick Hornby xD Se vocês também não sabem quem é ele, por favor, cortem seus pulsos ou goelas – fica a critério de cada um – imediatamente.
Outra coisa que me deixa EXTREMAMENTE feliz é música. Recentemente eu descobri (e redescobri também) bandas absolutamente fantásticas e fodas, com músicas que você ouve e fica super WEEEEEWOWOWOWOWOW*pulapuladançapula* e feliz, saca? São elas Marah e Pelvs, principalmente. Também voltei a ouvir certas músicas que individualmente eu acho incríveis, mas cujas bandas ou álbuns como um todo não me agradam muito, mas isso fica pra outro post (que provavelmente nunca virá). Sobre as mencionadas anteriormente: Marah (http://www.myspace.com/marahusa) é uma banda alternativa demais e a Pelvs (http://www.myspace.com/pelvsmusic) é indie demais, então não ouçam nenhuma das duas porque eu SEI que vocês não vão gostar. Botei os links caso haja algum masoquista lendo isso.
Não que qualquer um de vocês esteja interessado, mas outro dia eu fui num show da Pelvs, na Drinkeria Maldita e foi LINDO :baba: O que me lembra: sair com pessoas legais e ir pra lugares legais também me deixa feliz (jura?) e terminar a quinta temporada de House também foi divertido. Sobre a primeira afirmação, uma dúvida latente: se o poder aquisitivo dos leblonistas é muito mais alto que o dos botafoguenses, por que o Starbucks do Praia Shóps é oitocentas milhões de vezes superior ao do Shóps Lebrôm? E sobre a segunda: porque as temporadas sempre terminam com o House surtando de alguma forma, enquanto todo o resto faz algo feliz e divertido, como se casar, arrumar empregos melhores ou ter bebês? OH, SÃO TANTAS PERGUNTAS!!! Nem são, mas minhas costas estão doendo e estou começando a ficar cansada.
Ah, só um último aviso: depois de amanhã vou pro Uruguai. Isso quer dizer que, se eu não sucumbir a algum acidente aéreo, vou voltar cheia de porco e vou passar tudo pra vocês.
Nada pessoal.

Live long and prosper!

7 comentários:

random girl disse...

Eu ri quase o post inteiro

Retty disse...

essa do starbucks é algo mesmo confuso e from hell que ninguém sabe explicar.

D: eu insisto: porque diabos vc tem que ir pro uruguai?

e eu vou te encher o saco loucamente e vc vai voltar a postar aqui, beleza?
domafa

;*

Arthur disse...

Eu não sei nem o que dizer, me sinto ainda zonzo pelo jorro frenético de informação, mas tá tudo bem.

Uruguai! *-*
Eu tenho a vaga impressão que cê vai voltar de lá odiando mortalmente o lugar, venta até o c* fazer bico (Porque será?).

Eu fico feliz que cê tenha voltado a postar, porque eu também voltei e agora vou te obrigar a ler diariamente meu blog e comentar 20 vezes em cada post. aw*
Eu realmente preciso me sentir amado.

É isso.

Tchau em. o/

Arthur disse...

Ignorei completamente o negócio do Starbucks! :o
Sorry Starbucks.



Acho que em si eu não tinha nada para falar sobre esse assunto anyways. aw* [2]

Breno disse...

bien, o fato de você ter feito essa postagem não-tão-longe-assim de completar um ano desde a última, me deixa com o inevitável ímpeto de comparar a retardadice entre ambos. e fico feliz de constatar, minha querida, que SÓ PIOROU! \O/
mais retardado-cult-geek-fashion-vitoriano(?) do que nunca (H)

eu esqueci metade do que li, já que, como expressou muito bem o arthur, o JORRO de informação também me deixou zonzo
vou comentar o starbucks então, já que ele foi mencionado ali.. Siim, o de botafogo é lindo *-* exceto pelo fato de o canudo ser péssimo. fim. viu? não teve nada do que rir no meu comentário. i told ya, fazê-los requer esforço mental além da conta.

Erik Temporal disse...

bemvindadevolta

Faber disse...

Eu sempre me divirto lendo seus textos e inevitavelmente lembro da Phoebe Buffay - isso é um elogio.

Vou passar meu próximo carnaval no Uruguai. E na Argentina.

Quem sou eu

Quem sou eu
Como a imagem acima mostra tão claramente, eu obviamente sou Shakespeare.